Genoma de tumores do câncer de mama
“Genomas do câncer são extraordinariamente complicados, o que explica nossa dificuldade em prever consequências e encontrar novos tratamentos”, diz Matthew J. Ellis, professor da Escola de Medicina da Universidade de Washington em Saint Louis, um dos líderes da pesquisa.
A equipe sequenciou mais de 10 trilhões de pares de base de DNA. As operações de análise de cada tumor foram repetidas, em média, 30 vezes, para garantir a validade dos resultados. O mesmo aconteceu com as células dos voluntários que não tinham a doença. Os tumores analisados apresentaram mais de 1,7 mil mutações. Entretanto, a maior parte era única para cada mulher. A pesquisa apontou que duas mutações são relativamente comuns em pessoas com câncer de mama: a PIK3CA e a TP53.
Foi encontrada, ainda, outra mutação, MAP3K1, que controla a morte celular programada e não se encontra ativada em cerca de 10% dos cânceres de mama positivos para receptor de estrógeno.
Fontes do artigo
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